Na última semana de Agosto os alunos do 4º Ano do Intelectual, sob orientação da Profa. Verônica, tiveram uma aula de ciências super divertida. A exposição aconteceu na praça que fica ao lado do ICC, e, já que o assunto era biodiversidade e economia do RN a professora usou o ambiente externo como laboratório para explicar aos alunos as riquezas naturais que estão em nossa volta.
ATIVIDADE ECONÔMICA DO RN
O Rio Grande do Norte está localizado na região Nordeste. Sua extensão territorial é de 52.810,699 quilômetros quadrados, divididos em 167 municípios. Conforme contagem populacional realizada em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estado totaliza 3.168.027 habitantes.
As atividades econômicas do estado contribuem da seguinte forma para o Produto Interno Bruto (PIB) estadual: Agropecuária (5,1%), Indústria (24%) e Serviços (70,9%), assim destacadas:
A agricultura é bem diversificada, com enfoque para o cultivo de arroz, algodão, feijão, fumo, mamona, cana-de-açúcar, mamão, melão, coco, mandioca, melancia, manga, acerola, banana, caju e milho. O desenvolvimento de técnicas para a prática da fruticultura irrigada proporcionou um grande aumento da produtividade, fortalecendo as exportações, especialmente para a Europa.
A agropecuária potiguar também representa um forte segmento econômico, representada pelos rebanhos bovinos e suinos.
A atividade industrial concentra-se na região metropolitana de Natal, com destaque para os produtos têxteis, bebidas, agroindústrias e indústrias de automóvel. A indústria petrolífera é de fundamental importância para a economia do Rio Grande do Norte, uma vez que o estado é o maior produtor nacional de petróleo em terra, além de possuir três unidades de processamento de gás natural.
Com belas praias, o turismo é outro elemento importante na economia estadual. São mais de 2 milhões de visitantes anualmente, sendo que os principais destinos são as praias de Ponta Negra, Pipa e Genipabu. Essa atividade é responsável por empregar mais de 120 mil pessoas, além de estar vinculada a outras 54 atividades, direta ou indiretamente.
O Rio Grande do Norte está localizado na região Nordeste. Sua extensão territorial é de 52.810,699 quilômetros quadrados, divididos em 167 municípios. Conforme contagem populacional realizada em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estado totaliza 3.168.027 habitantes.
As atividades econômicas do estado contribuem da seguinte forma para o Produto Interno Bruto (PIB) estadual: Agropecuária (5,1%), Indústria (24%) e Serviços (70,9%), assim destacadas:
A agropecuária potiguar também representa um forte segmento econômico, representada pelos rebanhos bovinos e suinos.
A atividade industrial concentra-se na região metropolitana de Natal, com destaque para os produtos têxteis, bebidas, agroindústrias e indústrias de automóvel. A indústria petrolífera é de fundamental importância para a economia do Rio Grande do Norte, uma vez que o estado é o maior produtor nacional de petróleo em terra, além de possuir três unidades de processamento de gás natural.
Com belas praias, o turismo é outro elemento importante na economia estadual. São mais de 2 milhões de visitantes anualmente, sendo que os principais destinos são as praias de Ponta Negra, Pipa e Genipabu. Essa atividade é responsável por empregar mais de 120 mil pessoas, além de estar vinculada a outras 54 atividades, direta ou indiretamente.
BIODIVERSIDADE DO RIO POTENGI
nidade de usos ao homem: as raízes têm uso medicinal como eficiente diurético; os frutos são um rico nutriente para a ração animal; o tronco é madeira de qualidade para construções; as palhas servem para a produção artesanal, adubação do solo e extração de cera, um insumo valioso que entra na composição de diversos produtos industriais como cosméticos, cápsulas de remédios, componentes eletrônicos, produtos alimentícios, ceras polidoras e revestimentos.
Carnaubeira - Por tratar-se de uma planta adaptada ao clima semi-árido, a Carnaúba oferece possibilidades de atividades econômicas mesmo durante o período de estiagem, tratando-se portanto de importante alternativa na composição da renda familiar das comunidades rurais.
Os carnaubais formam florestas que tem predominância nas planícies aluviais dos principais rios do Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte e Bahia, cumprindo importantes funções para a manutenção do equilíbrio ecológico da região, como a conservação dos solos, fauna, cursos d'água e mananciais hídricos.
Na últimas décadas em virtude da desvalorização dos preços da cera vegetal, a Carnaúba voltou a ser alvo de desmatamentos para a introdução de outras atividades produtivas como a agricultura irrigada e a criação de camarão.
Os cactos são plantas espinhentas, pertencentes à família das cactáceas (cactaceae).
Conseguem sobreviver em ambientes extremamente quentes ou áridos, pelo
fato de terem a capacidade de acumular água em seus tecidos.
Caracterizam-se por serem cilíndricos, globosos, angulosos ou achatados, e possuem variados tamanhos. O mais alto é o Pachycereus pringlei, cuja altura máxima registrada foi a de 19,20 metros. Já o menor registrado é o Blossfeldia liliputiana, dos Andes Bolivianos, com cerca de apenas um centímetro de diâmetro.

Suas folhas são reduzidas e foram modificadas em espinhos
para se adaptar às necessidades da planta. Somente reduziram seu
tamanho de modo a diminuir a área de superfície pela qual a água é
perdida pela transpiração.
Existem espécies cujas folhas são notavelmente grandes e normais,
enquanto em outras espécies são minúsculas. Os espinhos, predominantes
nos cactos crescem de estruturas chamadas de areolas. O caule grosso e
cascudo é fundamental para sobrevivência da planta. É ele que é
responsável pela respiração, pois no caule que se localizam os estômatos. Além disto, no caule também é armazenada a água.
As flores são
isoladas, em geral muito grandes, radialmente simétricas e
hermafroditas. Abrem tanto durante o dia como também durante a noite,
dependendo da espécie. Todas as espécies de cactos florescem, porém
existem alguns tipos que somente irão florescer após 80 anos de idade ou
atingir altura superior a dois metros. Algumas espécies produzem
frutos comestíveis, como é o caso da Opuntia Fícus, também conhecido como figo-da-índia, e o Hylocereus.
Os cactos são encontrados nas Américas, desde o Canadá até a Patagônia, como também no Caribe. Possuem expectativa de vida elevada, podendo sobreviver mais de 200 anos. Na região Nordeste do Brasil, é muito comum encontrar o cacto mandacaru (Cereus peruvianus).
Há, também, os cactos chamados 'flores-de-maio', que são cactos
ornamentais encontrados com grande facilidade em floriculturas e que, na
natureza, ocorrem em florestas que vão do estado de Santa Catarina até o
estado do Espírito Santo.
Cultivados no mundo inteiro, os cactos são usados como ornamento em vasos ou em jardins decorativos. O cacto dourado do tambor (Echinocactus grusonii) é uma espécie muito valorizada em projetos de paisagismo.
É importante lembrar que estas plantas preferem ambientes abertos e
com muita insolação, e não suportam excesso de umidade. Quem deseja
cultivar cactos deve estar ciente destas informações.
Caracterizam-se por serem cilíndricos, globosos, angulosos ou achatados, e possuem variados tamanhos. O mais alto é o Pachycereus pringlei, cuja altura máxima registrada foi a de 19,20 metros. Já o menor registrado é o Blossfeldia liliputiana, dos Andes Bolivianos, com cerca de apenas um centímetro de diâmetro.
https://brasilescola.uol.com.br/brasil/economia-rio-grande-norte.htm
http://aprendizesdanatureza.blogspot.com/2009/08/carnauba-arvore-da-providencia.html
https://www.infoescola.com/plantas/cactos/